Farrah Fawcett não resiste ao câncer e morre nos EUA
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Uma obra que construiria uma terceira sala de audiência para o Juizado Especial Civil no pavimento superior do Fórum de Arujá foi alvo de protestos por parte dos advogados da cidade.
Logo pela manhã, quando teve início os trabalhos da empreiteira Florestana, o presidente da OAB local, Luiz Antonio de Camargo e uma comissão de mais de 15 advogados ligados à entidade se mobilizaram em frente ao prédio para impedir a obra.
De acordo com Luiz Camargo a obra é considerada irregular por não possuir projeto arquitetônico e porque a empreiteira foi contratada sem licitação. "Nós temos como bem maior o interesse da população e é justamente contra o interesse da população que essa obra está sendo edificada".
Ele afirma que outro fator que desagradou a OAB é que a classe não foi consultada a respeito da realização da obra. "Nos causou muito espanto inclusive a forma com que ela está sendo iniciada sem se quer ser dada ciência à OAB, sem os advogados terem conhecimento".
Camargo explica que além de irregular a obra é desnecessária e prejudicará o atendimento à população e o trabalho dos advogados. "Nós vamos ter suprimido um espaço muito importante que era reservado para sala de espera, então num espaço que já é parco e pequeno vai ficar simplesmente impraticável as pessoas circularem pelas três varas".
Ele conta que a obra prevê que o pavimento superior tenha três salas de audiência, três gabinetes de juízes e três salas de promotores de justiça num espaço físico que sequer contemplaria uma sala. "O que nos causa maior desconforto é que hoje essa vara do Juizado Especial está muito bem instalada. Então já houve uso do dinheiro público para instalar adequadamente a Vara do Juizado Especial, que está hoje instalada num prédio anexo ao Fórum, então não sei a que interesses essa obra vai servir".
O presidente da OAB afirma que em dias normais circulam pelo local de 40 a 50 pessoas e que com a obra vão passar a circular cerca de 80 pessoas. "O pior será quando chegarem os ‘bondes’ com os presos. Você imagina 40 a 50 pessoas entre mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas se misturando com as pessoas que chegam presas e com as pessoas algemadas, com escolta policial, onde é que vai ficar todo mundo?", questiona.
Ele diz que não que a obra não atende aos interesses da população. "O que eu vejo é que é uma obra descabida e o pior, não fosse tudo isso, nós estamos pedindo já há alguns dias que nos apresentem cópia do projeto aprovado e ninguém tem, não existe sequer uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) assinada".
A OAB afirma que além de prejudicar o atendimento ao público a obra padece de ilegalidade já que não foram obedecidos os procedimentos necessários para aprovação e implantação. "Se tivesse uma ART e um projeto nós acionaríamos judicialmente quem assinou isso, era muito mais fácil. Então nós não podemos nos omitir".
Camargo diz lamentar profundamente ter que realizar uma mobilização para impedir a obra. "Mas é a necessidade imperativa que nos leva a exigir que nos apresentem ao menos a documentação comprovando que a obra é irregular.
Ele afirma que existe inclusive um inquérito civil nº 06/09 de 20 de fevereiro de 2009 iniciado no Fórum de Arujá pela Promotoria antevendo que não teria acessibilidade para deficientes. "A Promotoria exigiu cópia do projeto há mais de 30 dias e esse projeto não foi apresentado até ontem (8/4) e agora de uma forma absolutamente abrupta essa obra se inicia sem que a Promotoria e a população tenham cópia do projeto e sem que a OAB seja consultada".
O responsável pela obra que representa a empreiteira Florestana que se identificou apenas como Cláudio afirma que chegou ao local com a equipe e os materiais necessários para dar início à obra por volta das 7h00 desta quinta-feira, 09. Questionado sobre a documentação da obra ele respondeu que não tem conhecimento desse procedimento. "Aí tem que ver com o pessoal da Prefeitura. Tenho que aguardar uma posição deles porque estou com o pessoal aqui e não sei o que fazer", disse.
Ele afirma que são apenas contratados para fazer o serviço e que recebeu ordem da Prefeitura na quarta-feira, 08, para dar início à obra. A equipe chegou a quebrar algumas paredes do local, mas com a chegada dos advogados suspendeu os trabalhos e ficou no aguardo de uma posição da Prefeitura Municipal.
Após tentar, sem sucesso, entrar em contato com a Prefeitura por várias vezes, Cláudio e a equipe recarregaram os caminhões com os materiais e equipamentos que seriam utilizados na obra e por volta das 12h00 foram embora do local sem previsão de retomar os serviços.
Advogados afirmam que obra dificultará acessibilidade
Todos os advogados presentes na manifestação pacífica realizada no local demonstraram indignação com a construção da sala. A advogada Flávia Sanches alega que o descontentamento não é só em relação à obra. "Nós já percebemos um completo descaso com a classe, que nunca é ouvida", afirma.
Ela afirma que a mobilização aconteceu porque os advogados utilizam o espaço e dependem dele para trabalhar. "Nós temos leis, somos operadores do Direito e o motivo de nós estarmos aqui hoje é que não estão sendo respeitadas as leis. As pessoas agem como se fossem donos da verdade e como se não existisse uma segunda opinião para nada".
Flávia explica que a construção da sala não leva em consideração os direitos da população e dificultará o acesso das pessoas que possuem dificuldade de locomoção e que a ação é um desrespeito ao dinheiro público. "Existe a lei do deficiente, nós não temos elevador no prédio, acessibilidade, até mesmo um atendimento humanizado e o que nós queremos é que tudo seja devidamente regulamentado e adequado para o atendimento porque o público final é a população"
A advogada explica que há muitos anos já se vem questionando a construção de um novo prédio do Fórum. "Há muito tempo estão querendo colocar isso no papel. Eu acredito que já haja menção a respeito e exista alguma coisa nesse sentido, só que infelizmente isso ainda não chegou às pessoas realmente interessadas para se colocar em execução na forma legal".
Ela reclama da forma como a obra teve seu início. "Infelizmente não conseguimos ter a presença de todos por conta do feriado e via de regra o que está sendo feito aqui demonstra intenção ardilosa porque fazer uma obra dessa num feriado como esse é afrontar demais e ficou uma situação bem chata".
A advogada Janecleide Alves da Silva também demonstrou indignação com o serviço. "Eu como advogada atuante da comarca estou perplexa com essa situação porque a gente já tem um atendimento precário no Juizado Especial, talvez haja necessidade de se ampliar o prédio do Fórum, mas a obra que pretende ser realizada vai causar inúmeros problemas para os advogados, para a população e para os funcionários".
Ela justifica dizendo que não vai existir qualquer espaço onde os advogados possam falar com suas testemunhas, e que partes e testemunhas terão que ficar fora do Fórum porque não haverá espaço para comportar todos. "Então é uma verdadeira afronta ao exercício da nossa profissão e realmente à própria população".
Dra. Jane afirma que vai ser um problema não só para os advogados que vão fazer audiência, mas também para os que vão consultar processos no balcão porque vai tudo virar um espaço único. "Isso não tem a menor condição e sem contar que no Juizado Especial já existe uma sala de audiência apropriada onde hoje já são realizadas audiências, então é uma obra desnecessária".
A advogada Tânia Vieira Dantas também considera a obra desnecessária porque segundo ela atende apenas ao interesse do juiz do JEC (Juizado Especial Cível). "Que necessidade tem de fazer uma obra para uma única pessoa? As coisas têm que atender a coletividade, aliás vão tirar alguns funcionários de seus lugares para dar espaço a ele sendo que ele já tem uma sala ótima, ampla. E o princípio da dignidade humana e da coletividade?".
Ela concorda que a obra dificultará o trabalho dos advogados e prejudicará o atendimento ao público. "O balcão tem um espaço reduzido e se misturar com a sala de espera como é que a gente vai conseguir trabalhar? A espera no balcão já é longa, isso só vai prejudicar o andamento processual, o atendimento à população e prejudicar muito os advogados".
Ela acredita que com o tumulto de pessoas que a nova sala vai gerar no local pode haver restrição da entrada da população ao prédio. "Obviamente eles vão começar a restringir a entrada das pessoas ao Fórum, e isso é desumano".
Em relação à acessibilidade a moradora Tereza Fernandes dos Santos, que possui dificuldades de locomoção e utiliza os serviços do Fórum disse que apóia o movimento dos advogados. "É muito complicado, essa obra jamais deveria acontecer, vai dificultar muito a gente conseguir ter acesso às salas".
Tereza ainda afirma que será constrangedor. "A gente já anda hoje com medo aí você vai num lugar da justiça e ainda tem que ficar num lugar junto com os bandidos?. Em Arujá eu acho que as coisas são muito organizadas, mas sobre isso aí eu não concordo", finaliza.
Prefeitura afirma que a obra não é ilegal
Através da Assessoria de Imprensa a Prefeitura Municipal de Arujá contestou a versão da OAB e afirmou que a obra não é irregular, pois foi realizada uma licitação para contratação da empresa e que por isso certamente existe um projeto da obra.
A administração explica que recebeu uma determinação do Poder Judiciário para a reforma do prédio, cedido pela Prefeitura, e em janeiro de 2008 foi aberto um processo administrativo solicitando o início da obra.
Posteriormente foi aberto um processo de licitação que resultou na contratação da empreiteira Florestana. "Se houve licitação é óbvio que há um projeto da obra", ressaltam.
A Prefeitura explica que a equipe da empreiteira não foi embora por determinação da administração pública e sim por conta da manifestação da OAB.
A Assessoria de Imprensa ainda informou que até o final da tarde desta quinta-feira, 09, não havia nenhum impedimento que pudesse parar a obra, por isso os serviços devem ser retomados conforme decisão da própria empreiteira.
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Luciana La Fortezza
Às vésperas da Páscoa, quando parentes se reúnem por conta do feriado cristão, uma família da Vila São Paulo, em Bauru, foi desmanchada por conta do tráfico de drogas. Elza Pisolate, 49 anos, foi presa em flagrante ontem pela manhã, assim como a nora dela, Michele Aparecida Pereira Prado, 23 anos, mãe de um garoto de 6 anos e um bebê de 2 meses. Pelo menos inicialmente, os irmãos ficarão sem mãe nem pai, uma vez que marido dela está preso em virtude de outra ocorrência. Na noite de ontem, o neto de Elza, um adolescente, também foi apreendido.
A família comercializava crack e maconha, na quadra 1 da rua Santo Garcia, pelo buraco do hidrômetro, informa o delegado Kléber Granja, da Delegacia de Investigações sobre Entorpecente (Dise). O modo como procediam foi observado por cerca de 15 dias, durante campana realizada por equipes da delegacia, onde foram registradas mais de dez denúncias sobre o ponto. Pelo bairro, comentava-se que a família, agora desestruturada, enfrenta o drama de muitas outras, que ainda sofrem com usuários fora de controle.
A maior parte deles freqüentava o local no final da tarde e à noite. Na casa, os policiais encontraram 33 pedras de crack acondicionadas num pequeno recipiente de remédio, dentro da gaveta de uma penteadeira, onde estavam também R$ 310,00 em notas pequenas. Mais R$ 40,00 foram encontrados no sutiã de Elza. Já 135 gramas de maconha (quantidade capaz de ser dividida em 300 porções) estavam num guarda-roupa, junto com as coisas de Michele, informa o delegado.
A Dise ainda encontrou três celulares, seis cartuchos calibre 38 e dois cartuchos de munição para espingarda calibre 12 (uso exclusivo das forças policiais), que disseram ter encontrado na rua. As mulheres responderão por tráfico de drogas e associação para o tráfico, com o agravante de envolverem um adolescente no esquema.
“Tráfico familiar está muito comum. Tem bastante. Pela confiança, facilidade de dividir o lucro, além de um não entregar o outro. Mas aí a família toda é presa”, comenta o delegado. O adolescente permaneceria no Núcleo de Apoio Integrado (Nai), ligado à Fundação Casa, até deliberação judicial. Elza e Michele seriam conduzidas, ontem à tarde, para a cadeia feminina em Pirajuí, onde o bebê pode ser encaminhado para permanecer na presença da mãe, que o continuaria amamentando. A possibilidade será estudada pelo Conselho Tutelar, que fez um termo de guarda das crianças para a tia delas, filha de Elza. Segundo a presidente da entidade, Sônia Almeida Justino, o regimento interno da unidade prisional será analisado.
Normalmente, fica com a mãe o bebê da mulher que terminou a gestação já presa. Nesta situação, informa Sônia, o recém-nascido permanece numa área especial até completar 6 meses. Mas o direito da mãe amamentar o filho no peito está previsto na Constituição do Estado de 89, informa o juiz da Vara da Infância e Juventude, Ubirajara Maintinguer.
“Se o local não é adequado não quer dizer que o direito não tenha que ser observado com as condições existentes. Não é primeira vez que isso acontece. O ideal seria a existência de berçário, lactário, creche. Mas isso parece que virá somente com a construção dos presídios femininos”, comenta o magistrado. De acordo com ele, neste caso específico, o bebê de 2 meses deve acompanhar Michele. Porém, se o Conselho Tutelar achar que não tem condições, deverá abrigá-lo. “Aí terá de valer-se do banco de leite”, conclui. Conforme a reportagem apurou, não é comum presas amamentarem na cadeia pública de Pirajuí.
Da Redação do pe360graus.com
Sete pessoas foram presas nesta quarta-feira (8), no município de Macaparana, na Zona da Mata de Pernambuco. Eles são suspeitos de porte ilegal de armas, corrupção de menores, formação de quadrilha, receptação e tráfico de entorpecentes. Além disso, a polícia investiga a participação do grupo em assaltos na cidade.
A polícia chegou até eles depois de uma operação de investigação. As sete pessoas, quatro mulheres e três homens, estavam escondidos em uma casa no município. São eles:
- Aluízio José da Silva, aproximadamente 44 anos
- Deyse Idalina da Silva, 26 anos
- José Emerson da Silva, 27
- José Rubens Ferreira, 35
- Juliandro Rodrigues da Silva, 19
- Severina Aparecida da Silva, 32
- Márcia Taciana da Silva, 28
Com eles também estava um adolescente de 16 anos, que foi apreendido. A polícia encontrou na casa um revólver, quatro facas peixeira e aproximadamente 20 gramas de maconha.
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Fonte: pe960°graus03 de abril de 2009.
MANAUS – A polícia prendeu em flagrante, ontem (2), Rosiane Peixoto de Souza, no momento em que ela vendia drogas a um adolescente, na rua da Cachoeira, São Jorge, zona Oeste de Manaus.
Com Rosiane, foram encontradas quatro trouxinhas de maconha. Ela foi encaminhada ao 5º Distrito Policial (DP), localizado na rua Luís de Camões, Santo Antônio, zona Oeste.
Fonte: Portal Amazônia - RC
MANAUS - Ediene
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| Fonte: Portal Amazônia - AL | ||

mburgo - O corpo franzino ainda é de menina, mas o caminhar sensual lembra uma mulher. As roupas curtas e a pequena bolsa denunciam o modelito comum de mulheres que ganham a vida vendendo o corpo. No entanto, o serviço é oferecido por adolescentes entre 12 e 17 anos. Basta o dia amanhecer que elas já estão lá, prontas para receber o cliente, no bairro Rondônia. O ponto é conhecido por quem passa pelo local. O encontro pode ser no carro, num motel ou na área verde localizada na esquina do ponto de trabalho. O matagal tem várias trilhas e não é difícil encontrar preservativos usados espalhados pelo chão. Entre os clientes, não há diferença de raça, idade ou classe social: todos os públicos procuram pelas garotas.

Policiais Militares do Comando Regional Norte – em Sinop, realizaram a detenção de dois traficantes na região do Bairro habitar Brasil, entre as ruas Goiabeiras e túrios, em Sinop, os quais no momento da abordagem estavam de posse de 09 (nove) trouxinhas de substância análoga a pasta base as quais encontravam-se acondicionadas na pedaleira de uma bicicleta, visando com isso ludibriar a vistoria e a busca policial, porém a destreza e o tirocínio dos Policiais foram superiores culminando com a localização dos materiais escondidos. Os conduzidos foram: José Luiz Brun, conhecido pelo apelido de Inidão, 18 anos; e um adolescente de 17 anos.
Os infratores e demais materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Policia Municipal de Sinop.| Segunda-feira, 02 de março de 2009 08:12 |
Emilia Chacom |
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Duas mulheres, identificadas apenas como, Elizângela de 33 anos, e Natalina, de 23, foram presas, na madrugada de hoje, na rodoviária da Capital, com 21 tabletes de maconha. Segundo policiais militares do posto local, ambas embarcaram no ônibus que saia de Campo Grande com destino a Porto Velho (RO). Elas levariam o entorpecente que pesou cerca de 47 quilos para a cidade. A droga era transportada em duas malhas preta e foram localizadas durante abordagem de rotina. Elas não disseram quanto receberiam pelo serviço. |

Do G1, com informações do Bom Dia Brasil
Pelo menos três pessoas ficaram feridas em uma briga após um jogo de futebol, no domingo (1º), no interior da Bahia. A confusão, que aconteceu no estádio, foi gravada. As imagens mostram socos, chutes, pauladas e armas em punho.
O jogo entre Madre de Deus e Fluminense, em Madre de Deus (BA), havia terminado empatado em 2 a 2, pelo Campeonato Baiano. Na arquibancada, alguns torcedores começaram a discutir, e o empurra-empurra começou.
Um policial militar tentou conter os ânimos dos torcedores mais exaltados. Como não conseguiu, ele sacou a arma e partiu para cima dos torcedores. Um homem não identificado de bermuda também sacou uma arma e começou a agredir os torcedores. Em nenhum momento, o oficial pediu para o homem com arma se identificar. O oficial levou esse torcedor pela camisa mas, depois, ele retornou e continuou a agressão.
Mais policiais militares chegaram ao local e as agressões continuaram. Um homem foi detido. E um torcedor caiu do degrau da arquibancada e foi chutado pelos policiais. Caído no chão, o torcedor levou vários golpes. Um outro torcedor que tenta ajudar o homem caído também foi agredido pelo policial e pelo homem de bermuda. O torcedor agredido foi levado desacordado pelos policiais.

A reportagem completa com o depoimento da mãe das adolescentes e todos os detalhes desta história você vê na edição deste sábado do Jornal da Alterosa, às 18h50 da noite.Mais um caso de tráfico de drogas via Sedex no Recife. Desta vez, 1,01 kg de pasta base de cocaína em tabletes foram encontrados dentro de um urso de pelúcia. O entorpecente estava em poder da desempregada Nathalia Rosa de Lima, de 22 anos, presa em flagrante por policiais Federais lotados na Delegacia de Repressão a Entorpecentes.
A operação aconteceu na tarde de ontem graças a uma denúncia anônima. A polícia foi informada de que a suspeita estaria com certa quantidade de droga no bairro do Bongi, nas proximidades de uma parada de ônibus.
Nathalia foi flagrada com um pacote de sedex nas mãos e conduzida para a Superintendência da Polícia Federal. De acordo com a PF, esta não foi a primeira vez que a jovem é detida. Em 2004, quando tinha 17 anos, ela apreendida pela Polícia Militar com 1 kg de maconha e encaminhada para a Casa de Recuperação Santa Luzia.
Desta vez a jovem, que mora em Brasília Teimosa, no Pina, foi autuada em flagrante por tráfico de entorpecentes e conduzida para a Colônia Penal Feminina. Se condenada, ela pode cumprir pena que varia de 5 a 15 anos de prisão. A droga e o urso serão inciderados.
Durante interrogatório, Nathalia disse à polícia que a encomenda pertencia à outra mulher de nome não revelado. Ela contou que emprestou seu nome e endereço para receber a encomenda em troca de R$ 200, mas que não sabia que se tratava de material entorpecente.
A droga seria entregue nos principais pontos de venda de droga em Brasília Teimosa do Bairro do Pina. De acordo com a policia, a pasta base de cocaína poderia se transformar em 3 Kg quilos de crack, o que corresponderia a três mil pedras do material entorpecente. Segundo a PF, a encomenda foi remetida de Cuiabá (MT) com o remetente falso e, pela forma de apresentação a droga é oriunda da Bolívia.
Este é oitavo flagrante de entorpecentes feito pela Polícia Federal este ano na Região Metropolitana do Recife. Até agora 15 pessoas foram presas por tráfico, sendo oito mulheres e sete homens. A quantidade de cocaína apreendida até agora é de 16Kg e 92Kg de maconha.
Esta é a terceira apreensão de drogas feitas pela PF via sedex este ano. A primeira aconteceu no dia 12 de fevereiro, quando duas pessoas foram presas portando 5,57 kg de cocaína. A segunda ocorreu no dia 20 do mesmo mês, com a prisão de mais duas pessoas com 2,06 Kg de cocaína. Até agora 8,64 Kg da droga foram apreendidos via sedex.
Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
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Galeria de Imagens:
Foto divulgação
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Diário de Pernanbuco
Fabio Feldmann
De São Paulo
Enfim, o ano no Brasil começa agora.
Certamente a crise será a sua marca principal. Demissões em grandes empresas se iniciaram, a exemplo da Embraer, sendo difícil saber até que ponto será possível reverter a perda de postos de trabalho pela desaceleração da produção industrial.
Dois mil e nove, por outro lado, pode ser um ano especial pelo fato de que não teremos eleição, ainda que o governo Lula esteja em campanha a favor da Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, até aqui a mais provável candidata do PT. Do outro lado, tudo leva a crer que José Serra será o candidato do PSDB.
Em todo o mundo os candidatos se tornam muito semelhantes em suas propostas macroeconômicas, em que pese a fissura nos principais pilares da economia mundial, principalmente a crença de que o mercado seria capaz de resolver os problemas da sociedade.
A crise mundial demonstrou a fragilidade das instituições públicas diante da conduta irresponsável de muitos agentes econômicos financeiros, de modo que o lado bom da crise está exatamente no redesenho de políticas públicas e de instituições nas várias esferas de governo, isto é, global, nacional e subnacional.
Talvez o que mais impressione em tudo isso seja a falta de responsabilidade de figuras públicas e executivos de grandes grupos corporativos, que não encontraram limites em sua ação predatória e que levaram milhões de famílias no mundo inteiro a conviver com o desemprego e outros males irreparáveis a curto e médio prazo.
Enfim, o mínimo que se pode esperar é que a crise seja capaz de gerar uma nova era de responsabilidades.
Voltando ao ano de 2009, acredito que este seja um ano especial no que tange ao aquecimento global em razão da reunião da Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas a se realizar em Copenhague no fim do ano. O objetivo é se estabelecer novas obrigações por parte dos países no que tange à emissão de gases efeito estufa, permitindo que se possa inverter a curva de emissões até o ano 2020, assegurando-se, desse modo, que os danos sejam administráveis.
Explico: ainda que parássemos de lançar tais gases na atmosfera, o que já fizemos nas últimas décadas não é possível de reversão. Reside aí um aspecto fundamental de toda a discussão sobre o impacto da humanidade sobre o planeta: normalmente os danos são irreversíveis, de modo que todo esforço deve ser feito para se evitar os mesmos.
Dois mil e nove, portanto, é um ano especial pois a nossa capacidade de gerar um regime internacional que trate do futuro do planeta está sendo escrito.
Para que tenhamos sucesso é importante que metas ambiciosas sejam estabelecidas e que os textos deixem de ser ambíguos, definindo o papel de todos os países e atribuindo-se ao setor empresarial responsabilidades claras sobre o desempenho ambiental de seus bens e serviços. Ou seja, as empresas multinacionais não poderão suprir o mercado com produtos obsoletos nos países emergentes, devendo os consumidores, por sua vez, demandar a incorporação de inovações tecnológicas em caráter universal. No mundo globalizado não se pode aceitar que veículos a diesel no Brasil sejam comercializados com motores de tecnologia obsoleta, valendo o mesmo princípio para todos os produtos, ou seja, computadores brasileiros terão que atender o mesmo padrão de eficiência energética daqueles comercializados em todos os mercados. Em outras palavras, os mercados dos países emergentes devem atender os melhores padrões existentes, durante toda vida útil de seus bens e serviços e também no que tange ao pós consumo, de modo que os impactos de disposição final sejam o menor possível.
Na semana passada, no evento Mobile World Congress em Barcelona, foram divulgados dados demonstrando que o mundo terá 5 bilhões de celulares em 2010, o que não significa em si nenhum mal. Aliás, os celulares têm um enorme papel nos países emergentes na promoção de inclusão social. A dúvida que fica diz respeito ao descarte desses aparelhos, principalmente se levarmos em conta que esse lixo contém metais pesados e nos países emergentes são descartados sem os cuidados necessários. A China, nos últimos dez anos, passou de 4 milhões de celulares para 620 milhões, com enorme potencial de crescimento, sendo que no Brasil a penetração é de 82%, segundo a coluna de Ethevaldo Siqueira, na sessão economia do Estadão de 22 de janeiro último.
É bom lembrar que muitos celulares são descartados em um período de dois anos e alguns de seus componentes são tóxicos e cumulativos. No caso do Brasil, que segundo o IBGE dispõe grande parte do lixo em lixões, o aumento do uso de celular teria que trazer preocupação aos políticos do executivo e legislativo, mas isto de fato não tem ocorrido, como prova a tramitação lentíssima de projetos de lei na Câmara dos Deputados sobre o tema: a primeira proposta sobre uma "Política Nacional de Resíduos Sólidos" foi apresentada no início da década de 90...
Chamo atenção ao tema da responsabilidade do setor empresarial em todas essas questões, especialmente nas negociações internacionais uma vez que as sociedades se fazem representar basicamente pelos governos, de modo que a responsabilidade corporativa normalmente fica diluída e difusa, tornando as empresas "irresponsáveis" pela resolução dos problemas que geram.
Em momentos de crise se utilizam de argumentos falaciosos para não assumirem sua obrigação de adotar inovações tecnológicas indispensáveis para o enfrentamento de problemas tais como o aquecimento global, poluição dos mares e muitos outros.
Algum leitor poderia argumentar que os governos têm poder de controlar as empresas, mas é preciso lembrar que nas democracias contemporâneas cada vez mais se faz presente o papel das empresas no financiamento das campanhas eleitorais, o que no mínimo inibe legislações mais rigorosas e a sua respectiva implementação...
No Brasil acredito que vivemos um período de desencanto com a política tradicional. Para a maioria da população os partidos e os políticos são movidos unicamente por interesses pessoais e ocupam cargos públicos em busca de seus próprios proveitos. Esta situação gera um sentimento de apatia generalizada e de desinteresse, num círculo vicioso difícil de quebrar, tornando qualquer expectativa de mudança ainda mais difícil.
Como falar em aquecimento global num momento em que as pessoas estão preocupadas em não perder seus empregos?
A meu ver, este ano exige das pessoas mais engajadas e da própria sociedade civil a capacidade de estabelecer uma agenda mínima para os candidatos presidenciais de 2010, de modo que possamos criar na campanha um ambiente propício ao debate, longe da superficialidade dos programas eleitorais e que chame atenção para políticas públicas de médio e longo prazo.
Entre os temas certamente estarão o modelo de desenvolvimento, segurança/violência, saúde e educação, mas o importante é tratá-los na sua interdependência e numa visão holística.
A título de exemplo, colocaria questões relativas à necessidade de melhoria na infra-estrutura de transporte urbano, na perspectiva de se permitir que as nossas cidades fiquem menos poluídas e congestionadas, ao mesmo tempo em que os investimentos públicos pudessem gerar mais postos de trabalho.
A educação privilegiaria qualidade na formação das crianças e adolescentes, ao mesmo tempo em que permitiria que os mesmos estivessem preparados para os desafios da sociedade contemporânea inclusive em termos de inclusão digital.
O tema de segurança poderia incluir a diminuição da população carcerária e a sua re-socialização, incluindo medidas de melhoria do nosso sistema judicial, que hoje permite que 1/3 dos 400 mil presos permaneça ilegalmente nas prisões pela falta de apoio em seus processos de defesa.
Adolescentes saídos das escolas praticamente analfabetos têm pouca oportunidade de inserção no mercado de trabalho, sendo presas fáceis do narcotráfico.
Cidades sem transporte público eficiente, barato e não poluidor estimulam o transporte individual em detrimento da saúde da população.
Ausência de fiscalização gera destruição ambiental e estimula a impunidade, enquanto a valorização econômica do patrimônio ambiental e cultural poderia estimular um turismo contemporâneo, não predador e capaz de gerar renda e trabalho em toda sua cadeia produtiva.
Tributos bem desenhados poderiam estimular bens e serviços eco-eficientes, ao mesmo tempo que desestimular tecnologias obsoletas.
Certamente não há novidade no que foi dito acima.
Entretanto, não temos sido capazes de estruturar de modo sistêmico uma alternativa mais sustentável para o Brasil, que possa ser submetida ao escrutínio eleitoral e que em linhas gerais nos permita ter uma visão do que é necessário para que possamos nos preparar nos próximos 20 anos, enfrentando os desafios de geração e distribuição de renda, melhoria da qualidade de vida da população brasileira e usufruto sustentável dos recursos ambientais.
Tudo isso em consonância com a idéia de uma cidadania planetária a ser partilhada com os outros países, levando em consideração a dimensão global desses desafios, uma vez que não são unicamente brasileiros.
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Terra Magasine.
A Polícia Rodoviária divulgou ontem um balanço parcial sobre acidentes que registra três mortes durante o Carnaval, na região de Ribeirão Preto. Ainda ocorreram 47 acidentes durante os quatro dias de folia.
A Operação Carnaval teve início às 12h de sexta-feira e vai terminar hoje, no mesmo horário. A Polícia Rodoviária informou ainda que cinco motoristas foram flagrados em rodovias da região dirigindo embriagados.
A expectativa da polícia é de que, pela manhã, o número de veículos nas rodovias da região aumente 40%.
Presos
Já a Polícia Militar (PM) informou que 774 pessoas foram presas em flagrante até a noite de ontem em todo o Estado de São Paulo. No mesmo relatório, a PM informa que havia recuperado 506 veículos roubados e feito a apreensão de 133 armas de fogo sem registro. Além dos 774 presos, 303 adolescentes foram flagrados cometendo crimes.
Lei Seca
Foram presas 41 pessoas desde o início do Carnaval por infringirem a Lei Seca, que proíbe dirigir após a ingestão de bebida alcoólica. Durante a operação Direção Segura da PM foram multados 128 condutores por dirigir sob efeito de álcool e outros 422, por infrações de trânsito diversas.
Além disso, 3.587 pessoas foram abordadas, 1.689 condutores submetidos ao teste de bafômetro e 2.039 veículos fiscalizados. (Com informações do G1)
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Jornal A Cidade
Cinco pessoas - entre elas uma adolescente de 17 anos e uma mulher grávida -, foram presas no final da tarde desta sexta-feira (23), em Morada de Campo Grande, Cariacica, depois que a polícia encontrou uma grande quantidade de drogas em uma residência.
Duas mulheres, Laurícia Gonçalves Alves, 24, e Valquíria Carla dos Santos, 19, foram presas na noite dessa terça-feira (20) pela Polícia Federal com 2,5Kg de pasta base de cocaína. De acordo com policias da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, as prisões aconteceram numa parada obrigatória de ônibus de linha interestadual, em Prazeres, Jaboatão dos Guararapes, por voltas das 11h.
Elas estariam trazendo a droga, adquirida na Cidade Del Leste, no Paraguai, do município de Foz de Iguaçu, Paraná. A pasta seria tranformada em pó de cocaína e crack. As duas foram encaminhadas para a Colônia Penal Feminina.
Osvaldo Júnior e Marcelo Eduardo
O menino Marcos Vinicius Gozzo, de 9 anos, morreu no início da tarde desta quinta-feira (15) em conseqüência de um acidente, ocorrido na BR-163, perto de Nova Alvorada. Outras quatro pessoas ficaram feridas, sendo duas em estado grave. Uma das vítimas, uma adolescente de 14 anos, precisou ser removida de helicóptero para a Santa Casa de Campo Grande. Todas as vítimas seriam da mesma família.
O acidente envolveu apenas o veículo Honda Civic, placas NPG 4819 de Várzea Grande (MT), conduzido por Marcos Antônio Cavalin, 39, que sofreu apenas escoriações leves. O carro trafegava no sentido Nova Alvorada a Campo Grande quando, no Km 396, saiu da pista e capotou. Nesse trecho, a pista à curva. O lugar onde parou o veículo à cerca de um metro abaixo do nível da pista.
Além da curva, outro fator que deve ter colaborado para o descontrole e o capotamento do veículo é a aquaplanagem é que no momento do acidente chovia no local. O carro ficou muito destruído e uma vítima ficou presa nas ferragens.
As outras vítimas são: João Pedro Humberto Cavalin, 4 anos, Cristiane Aparecida de Siqueira, 44, e Larissa Nogueira, 14. O estado mais grave é de Cristiane e Larissa. A adolescente foi socorrida, com a ajuda de um helicóptero, para a Santa Casa da Capital. Larissa e João Pedro foram levados, por uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), para Nova Alvorada e, em seguida, encaminhados também para a Santa Casa de Campo Grande. O motorista Marcos permanecera, num primeiro momento, no local do acidente.
A tragédia poderia ter sido ainda maior se não fosse a proteção possível pela presença de airbags no carro. Também a ajuda de uma enfermeira, que passava pela rodovia, foi importante para atenuar as consequências do acidente.
Até o momento, deu entrada no Pronto Socorro da Santa a adolescente Larissa, que teria quebrado a bacia.
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| 15/01/2009 15:40 |