Repórter é atropelado ao vivo por garoto de skate
O repórter passou entre vários skatistas e foi atingido por um garoto.
Sempre ao seu lado em Santo André e no ABC
Você está em: Home » Todos os artigos
O repórter passou entre vários skatistas e foi atingido por um garoto.
Do G1 SP
Um jovem de 19 anos foi baleado nas costas por dois assaltantes na noite de segunda-feira (19) em São Bernardo do Campo, no ABC. Os dois suspeitos acabaram presos depois que o rapaz os viu quando estava no carro da Polícia Militar, sendo levado para o hospital.
O jovem foi abordado no bairro Parque Anchieta quando voltava do cursinho. Ele não reagiu, entregou o que os assaltantes pediram e chegou até a levantar os braços, mas mesmo assim foi baleado.
“Pura crueldade. Quando um estava apontando a arma para a vítima, o outro gritava para atirar. O rapaz, com medo, virou as costas e os indivíduos não pensaram e atiraram”, explicou o sargento da PM Carlos Alberto Soares.
A bala acertou as costas da vítima. No caminho do hospital, o carro da PM cruzou com a moto dos assaltantes, que foram reconhecidos pelo rapaz. Logo em seguida os ladrões foram presos.
Segundo a polícia, os criminosos tinham cometido pelo menos dois assaltos durante a noite. Além de um revólver, eles estavam com carteiras e celulares roubados. Para a polícia, eles agiam da mesma maneira há várias semanas em cidades da região metropolitana.
Outra vítima na noite de segunda foi uma operadora de telemarketing. Ela conta os momentos que passou sob a mira da arma dos ladrões. “Eles estavam muito agitados. Eu via a arma na mão dele. Me apavorou muito. O da frente falou para o cara de trás ‘dá um tiro, dá um tiro, dá um tiro’. Aí o de trás falou assim: 'não, não vou dar um tiro nela, porque não quero estragar ela’”, contou a jovem, que não quis se identificar.
Jovem foi transferida ontem para a área do berçário da Colônia Penal Feminina do Recife. Foto: Cecília de Sá Pereira/Aqui PE/D.A Press |
da BBC Brasil
Uma mãe francesa fingiu ser seu filho de 13 anos em sites de discussões e denunciou um suposto pedófilo à polícia, que foi preso e indiciado por "corrupção de menores na internet".
Brice Robin, procurador da cidade de Montpellier (sul da França), onde o homem foi detido, felicitou a mãe "por seu comportamento exemplar" e por ela ter protegido não apenas seu filho, mas também "todas as crianças do site e ter alertado a polícia".
A mãe passou a fiscalizar as conversas do filho na internet após ter assistido a uma palestra dada por policiais na escola onde trabalha sobre o perigo de pedófilos que frequentam sites para crianças e jovens.
"Eu permiti que meu filho se inscrevesse em um site de discussões, mas pedi o código de acesso", conta a mãe, cujo nome não foi revelado.
Ela afirma ter visto no site mensagens "tendenciosas" de um homem de 31 anos, que a deixaram intrigada. "Ele dizia ser policial, médico e piloto de helicóptero", diz ela.
De acordo com a mãe, a primeira mensagem do suposto pedófilo era simples e dizia que se seu filho precisasse de algo, não deveria hesitar em contactá-lo.
Ela diz ainda que o adulto tinha cerca de uma centena de amigos no site de discussões, entre eles inúmeros garotos de 11 a 13 anos.
A mãe, que mora no sul da França, achou suspeito e decidiu então utilizar o pseudônimo do filho e se passar por ele nas discussões com o homem.
Uma amiga dela, mãe de um outro garoto de 13 anos, também se inscreveu com um perfil fictício de adolescente no site para criar uma armadilha para o suposto pedófilo.
"Irmãozinho"
Segundo ela, o homem se tornou rapidamente mais audacioso e passou a escrever mensagens dizendo que o adolescente era "seu irmãozinho e que ele o amava muito", além de convites para encontros.
"Ele acabou me revelando que era homossexual e perguntou se eu já tinha tido relações sexuais com uma pessoa mais velha", conta a mãe, acrescentando que o homem procedia da mesma forma e enviava o mesmo tipo de mensagens a sua amiga, que também fingia ser um adolescente.
Depois começaram as mensagens com caráter pornográfico. "Mesmo eu que sou adulta fiquei chocada. Ele chegou a se masturbar diante de uma webcam", afirma.
A mãe gravou a cena e alertou a polícia após o homem ter proposto um encontro, na quinta-feira passada, imaginando que se tratava do adolescente.
Policiais que esperavam o homem no local e o prenderam imediatamente.
Segundo o procurador de Montpellier, Brice Robin, o homem reconheceu os fatos e pediu para receber tratamento psicológico.
O adulto, desempregado, não tem antecedentes na Justiça, afirma o procurador.
MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília
Delator do esquema de corrupção que devastou o governo José Roberto Arruda (sem partido), Durval Barbosa afirmou nesta terça-feira à CPI da Corrupção da Câmara Legislativa do Distrito Federal que se autoincriminou ao trazer o caso à tona e cobrou os depoimentos do ex-governador e do ex-vice-governador Paulo Octávio (sem partido).
O delator disse que não se orgulha de ter entregado o esquema. "Futuramente a gente verá isso com mais clareza. Mas nunca vou me orgulhar disso, porque hoje eu sou um preso, sou mais preso do que quem está encarcerado, pode ter certeza disso", disse.
Questionado se mantinha seus depoimentos sobre o sistema de distribuição de propina, Durval afirmou que sustenta suas declarações. O delator disse ainda que as investigações estão andando.
"Ratifico todos os depoimentos prestados no Ministério Público Federal, na Polícia Federal e no Ministério Público local. A coisa está andando, está evoluindo e é bom a gente ficar por aqui", afirmou.
Em depoimento ao Ministério Público, Durval afirmou que Arruda recebeu R$ 3 milhões em propina do setor de informática. "Arruda aceitou receber somente R$ 3 milhões", afirmou.
Ele disse ainda que Paulo Octávio seria beneficiário do esquema e teria recebido 30% das propinas recolhidas para aprovar o Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF.
Durval afirmou ao Ministério Público que entregou a Paulo Octávio pelo menos R$ 200 mil em uma das suítes do Hotel Kubitscheck Plaza, que pertence ao grupo do vice-governador.
O delator ainda gravou vídeos de políticos, assessores e empresários recebendo dinheiro de suposta propina, além de executivos, especialmente do setor de informática, negociando valores do suposto desvio de dinheiro público.
CPI
Após quatro meses sob proteção da Polícia Federal, Durval apareceu em público hoje pela primeira vez. Ontem, o TJ (Tribunal de Justiça) do Distrito Federal concedeu um habeas corpus para o delator ficar calado na CPI.
O depoimento de Durval é o primeiro interrogatório da CPI, que já trabalha desde 11 de janeiro. Essa é a segunda tentativa dos deputados de ouvi-lo sobre o esquema que envolve o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido), o ex-vice-governador Paulo Octávio (sem partido), deputados distritais e empresários.
Na primeira, o delator pediu o adiamento alegando que poderia ser prejudicado, por causa da desorganização política da Casa e também porque seus advogados ainda tomavam conhecimento de seus processos.
Ele é alvo de 30 processos na Justiça do Distrito Federal e negocia a delação premiada nesses casos com o Ministério Público em troca de contar o que sabe sobre o esquema de arrecadação e pagamento de propina.
A CPI da Corrupção aprovou na semana passada um requerimento pedindo a remarcação de depoimentos de empresários suspeitos de participação no esquema de corrupção para depois da oitiva de Durval.
Serão ouvidos no dia 5 de abril os empresários Gilberto Lucena, da Linknet, Ricardo Pechis, da Adler, e Maria Bonner, da TBA. Segundo investigações do Ministério Público, as empresas são acusadas de terem firmado contratos superfaturados com o governo.
Data de Públicação:30/03/2010 - 11h09
___________________________________________________________________________________________
Fonte: Folha Online|Disponivel em:http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u714032.shtml
Ele teria encomendado a morte de moradora do DF
Guilherme Goulart
Publicação: 16/03/2010 08:36
O homem acusado de encomendar a morte de uma ex-garota de programa no Distrito Federal acabou preso em megaoperação realizada ontem em três cidades da Espanha. A Polícia Federal espanhola surpreendeu Miguel Arufe Martinez, o Antonio, em um dos prostíbulos da quadrilha, no centro de Tarragona, a cerca de 90km de Barcelona. Quase 30 pessoas, a maioria do Leste Europeu, foram presas com o espanhol por suspeita de assassinato, exploração sexual, prostituição internacional e trabalho escravo.
Letícia contou à polícia detalhes da organização criminosa
A investigação contra o grupo comandado por Antonio teve início pouco antes do assassinato de Letícia Peres Mourão, 31 anos, em março do ano passado. A goiana, que morava com o filho no Guará desde dezembro de 2008, desafiou a máfia local ao contar detalhes do horror vivido como garota de programa em Tarragona. Entre o fim de 2005 e o início de 2006, ela prestou depoimentos à polícia e à Justiça espanholas e detalhou as condições de trabalho impostas pela organização. Descreveu a condição de escrava sexual e os maus-tratos enquanto viveu no prostíbulo da Calle Gasometro, 38-2.
Na manhã de ontem, dezenas de agentes do Grupo de Operações Especiais da Polícia Federal desmantelaram a quadrilha. Houve 23 prisões em flagrante: 10 em Tarragona, 10 em Barcelona e três em Vilanova i la Geltrú. À exceção do líder do grupo, os demais detidos têm origem lituana. Além das prisões, os policiais apreenderam na casa de Antonio várias caixas com documentos de contabilidade. A previsão era de que os acusados prestassem depoimentos à polícia ontem e, em seguida, ficassem à disposição do Juizado de Instrução nº 5 de Tarragona, o mesmo onde Letícia denunciou a máfia.
A operação da Polícia Federal espanhola também libertou pelo menos 30 mulheres mantidas sob o poder da organização criminosa. A maioria saiu da Lituânia, mas há informações de que brasileiras estavam confinadas nas casas de prostituição gerenciadas pela quadrilha de Antonio. A maioria delas entrou clandestinamente na Espanha. Chamaram a atenção dos agentes especiais as condições das garotas. Muitas carregavam nos corpos marcas de espancamentos e do regime de escravidão sexual imposto pela rotina nos prostíbulos das três cidades espanholas.
O cotidiano dentro desses lugares ficou evidente a partir das informações dadas por Letícia em solo espanhol. O Correio teve acesso, em julho de 2009, ao depoimento dela. O documento revela que a vítima não suportou a situação, mesmo depois de aceitar passar 21 dias na casa de prostituição da Calle Gasometro. Não aguentou 10 dias dentro do local, usado como fachada para a ONG Andando Sin Fronteras. “Soube que poderia descansar de quatro a cinco horas, que logo isso não ocorreu, trabalhando praticamente as 24 horas”, denunciou.
Assistência
A prisão da quadrilha chefiada por Antonio repercutiu na imprensa espanhola. Jornais e redes de televisão de Tarragona acompanharam a operação e publicaram em sites as imagens das detenções. O El País.com descreveu o líder do grupo como “cérebro da trama”. “A Polícia Nacional desmantelou esta manhã em Tarragona uma ativa rede de exploração sexual que operava pelo menos meia dezena de prostíbulos da província. O caso está sob segredo de Justiça e a investigação segue em aberto, pois não se descartam mais detenções”, publicou o site do El País.
Assim como vários meios de comunicação nacionais, a TVE espanhola citou o envolvimento de Antonio com o assassinato de Letícia. “Letícia Peres Mourão, que foi assassinada na cidade brasileira de Guará, havia trabalhado em um dos edifícios da Rua Gasômetro de Tarragona”, escreveu uma das reportagens da página eletrônica da rede de televisão. O El Periodico.com lembrou que Antonio é acusado de contratar um matador para assassinar a goiana. “A acusação contra Arufe se baseia em testemunho do matador”, informou o site.
Para o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Estado de Goiás(1), Elie Chidiac, o ataque à quadrilha de Antonio terá influência no Brasil. Levantamento realizado pela entidade, por exemplo, revelou que 3 mil mulheres nascidas em Goiás viveram da venda do corpo fora do país a partir de 2004. Só em 2009, 15 morreram, a maioria envolvida com organizações especializadas em tráfico de pessoas. “Esse tipo de operação minimiza o tráfico de seres humanos, que tem como caminho certo o fim trágico. Atingiu a rota do tráfico”, avaliou.
Chidiac espera que as brasileiras libertadas pela Polícia Federal espanhola tenham acesso a embaixadas e a consulados do Brasil. “Se tiver goianas entre elas, espero que sejam comunicadas de que nós temos a possibilidade de oferecer apoio logístico e, se for o caso, trazê-las de volta ao nosso país”, alertou. A assessoria especial tem a chance de incluí-las em programas sociais do governo de Goiás. Emprego e assistência médica, para o caso de doenças sexualmente transmissíveis, também são oferecidos para as mulheres repatriadas.
1 - Combativo
O órgão, criado em 2000 pelo governo goiano, presta assistência aos familiares e às vítimas de prostituição no exterior. O combate passa por três pilares: repressão, assistência e conscientização. Trabalha em parceria com a Polícia Federal e o Ministério Público de Goiás.
"Esse tipo de operação minimiza o tráfico de seres humanos, que tem como caminho certo o fim trágico"
Elie Chidiac,chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Estado de Goiás
______________________________________________________________
Fonte:Correio Brasiliense 50 anos.|CidadesDeslizamentos de terra causam morte e estragos no Paranhana. Veja mais fotos
Crédito: Camila Domingues
O município de Três Coroas, distante 91 quilômetros de Porto Alegre, viveu no domingo um dia de tensão com a enchente do rio Paranhana, que tomou a cidade em pouco menos de duas horas de chuva. O prejuízo maior foi nas localidades situadas próximas aos morros, devido aos diversos deslizamentos de terra. Uma pessoa morreu e seis famílias ficaram desabrigadas.
No bairro Sander, Iremar Batista, 49 anos, morreu após cair no arroio que leva o nome da localidade. A casa foi atingida por deslizamento de terra. Na fuga, para se livrar do entulho, ele caiu no arroio. Um parente tentou salvá-lo, mas Iremar foi arrastado pelas águas. Levado ao hospital local, acabou falecendo.
Estradas foram bloqueadas em razão do excesso de água, lama e galhos na pista. A ERS-115 chegou a ser interditada nos kms 23, 30 e 32, mas depois foi liberada. No km 15 da rodovia, próximo à fábrica de cerveja Schincariol, duas residências foram atingidas. No local, moram Nelci Brocker, 62 anos, e os filhos dela em casas separadas. A residência da filha da aposentada foi a mais atingida, com a destruição de dois galpões. “A gente estava por perto e ouviu o barulho. Foi muita sorte não estarmos em casa. Moro há mais de 30 anos aqui e nunca tinha acontecido nada igual”, relata a aposentada. No final da tarde, a família de Nelci contabilizava os estragos e tirava diversos carrinhos cheios de lama de dentro de casa. Eles passaram a noite fora da residência por motivos de segurança.
Próximo dali, no Loteamento Semaco, quatro residências foram destruídas; e uma, parcialmente. Conforme o comandante do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil Municipal, Augusto Dreher, os moradores foram encaminhados para casas de amigos e parentes. As residências atingidas ficam bem próximas ao morro e ainda havia o perigo de novos deslizamentos.
A agente comunitária Kátia Menezes Jung quase não acreditou na situação que viu. A casa dela não foi atingida, mas ela foi uma das dezenas de voluntários que se mobilizaram para ajudar quem perdeu tudo. “É muito triste ver as pessoas perderem o que têm. Isso em pouco tempo, pois houve uma enchente em setembro passado. E muita gente perdeu tudo, nem deu tempo de repor”, lamentou. Equipes da Defesa Civil, de Bombeiros e da BM tiveram a ajuda de moradores e de empresas de rafting da região no socorro às vítimas durante toda a tarde.
Fonte: Janine Souza/Correio do Povo
Policiais tentaram contê-lo usando munição falsa, jatos d'água e gás lacrimogêneo
Em uma cidade americana, um homem ameaça as pessoas com uma espada de samurai. Ele é cercado pela polícia, que leva horas para prendê-lo.
Primeiro, os policiais tentam contê-lo usando munição falsa. Depois, usam jatos d'água e gás lacrimogêneo para derrubá-lo.
O homem foi preso. Ninguém ficou ferido.
Produto permite chamadas ilimitadas por um valor fixo cobrado mensalmente
Foto por Divulgação
O MagicJack transforma a conexão de banda larga em sinal de telefonia celular com direito a uso ilimitado por US$ 20 (R$ 34,60) por mês
Um pequeno aparelho que transforma o sinal telefônico em conexão com a internet chamou a atenção dos visitantes da feira de tecnologia que Consumers Electronics Show (CES), que terminou neste domingo (10) em Las Vegas, Estados Unidos.
O aparelho, MagicJack (conhecido com o apelido de "conexão mágica"), da pequena empresa americana YMAX, precisa de um computador ligado e conectado a internet para funcionar.
O MagicJack transforma a conexão de banda larga em sinal de telefonia celular 2G em uma área de 280 m2 e permite fazer ligações sem gastar minutos do serviço de internet. O usuário precisa apenas pagar uma assinatura anual de US$ 20 (R$ 34,60) ao fabricante.
Simon Saunders, presidente do Femto Forum, grupo formado por fabricantes de equipamentos e operadoras de telefonia, diz que o problema do serviço é que a YMAX recorre a frequências as quais não está autorizada a acessar com o objetivo de tornar viável a conexão.
Kari Hernández, porta-voz da YMAX, rebateu as críticas e disse que segundo Dan Borislow, fundador e inventor do MagicJack, a tecnologia não usará frequências de propriedade de outros e que, tecnicamente, as operadoras não seriam donas das frequências dentro de uma determinada área.
O MagicJack já está no mercado como o aparelho mais simples, que permite ligações comuns com ajuda da conexão via internet. A venda do novo modelo apresentado na feira acontecerá nos próximos meses, ao preço de US$ 40 (R$ 69,20).
Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados
Simulações podem até ser compartilhadas em redes sociais
Do R7
Conheça três serviços que mudam o visual a partir do rosto de modelos virtuais ou diretamente na foto pessoal. Mesmo as versões em inglês são bem simples de usar.
Virtual Makeover iVillage (em inglês)
Tem 16 rostos de modelos e permite também que a mulher faça as alterações a partir de uma foto pessoal, mas para isso precisará criar um cadastro com nome de usuário e senha, algo rápido, mas um pouco difícil para quem não tem noções da língua inglesa.
Na barra superior há inicialmente uma lista de opções para cortes de cabelo que vão do curto ao longo com a possibilidade de selecionar o corte de mulheres famosas como Angelina Jolie, Rihanna e Michelle Obama.
São 36 celebridades à escolha. Do lado esquerdo ficam as 66 cores de cabelo que podem ser selecionadas. Na mesma lista estão as opções de batom, sombra, sobrancelha, delineador, lentes de contato, óculos e chapéus ou bonés.
No botão “before/after” (antes/depois) é possível comparar a imagem inicial com o resultado.
Quem quiser, pode imprimir, salvar a imagem no PC ou enviar por e-mail.
Qualquer escolha errada é desfeita no botão “clear” (apagar).
Taaz (em inglês)
É mais complexo que outros serviços de transformação pela internet, mas tem bons diferenciais e qualidade. Um deles é que a mulher pode testar virtualmente os produtos internacionais mais famosos do mundo de graça. Exige cadastro para aplicar os recursos na foto da internauta.
A seleção dos batons, por exemplo, é feita a partir de marcas famosas e pelo preço, o que dá para ter uma ideia do quanto é preciso gastar quando se quer ficar bonita usando os melhores produtos.
As opções de maquiagem e cortes são mais completas que as apresentadas pelo Virtual Makeover. Nesse, até mesmo as mechas do cabelo podem ser movimentadas e tingidas. Oferece clareamento dental e publicação rápida do resultado em redes sociais como o Twitter e Facebook.
Maquiagem virtual Mary Kay – em português
A marca de produtos para maquiagem Mary Kay lançou dentro de seu site o recurso de maquiagem virtual para que as mulheres testem nos rostos das modelos, ou em suas fotos, mediante cadastro, toda sua linha.
Tem batons, lápis para os lábios, sombras, delineadores, máscara para os cílios e blush. O número de estilos de cabelo chega a 166 e os acessórios vão desde véus até brincos e colares.
Há imagens em que as modelos virtuais aparecem com maquiagens completas sugeridas por profissionais para o dia a dia ou para noivas.
Foto: Reprodução
População registrou no solo buracos gigantes com formas geométricas precisas
André Sartorelli e Luiz Augusto Siqueira, do R7
Foto por Sanna Saunaluoma/Reprodução
Descobrir o porquê das marcas geometricamente perfeitas no solo
ainda é um dos mistérios que envolve a pesquisa dos arqueólogos
Pesquisadores das universidades federais do Pará (UFPA), Acre (UFAC) e do Instituto Ibero-americano da Finlândia, em Madri, na Espanha, encontraram em uma área da Amazônia – ao norte da Bolívia e em parte dos Estados do Acre e do Amazonas – mais de 200 marcas no solo em formas de círculos, quadrados e retângulos, muitas delas ligadas por pequenas estradas retas.
A descoberta foi feita a partir da análise de fotografias feitas por aviões e de imagens via satélite mostradas no serviço gratuito Google Earth. Segundo os especialistas, nessa região viveu entre os anos de 200 e 1.283 uma civilização que ainda não foi identificada.
A hipótese mais estudada é que uma população de aproximadamente 6.500 índios Aruaques ocuparam a região. Trata-se da primeira população indígena a ter contato com europeus quando Cristóvão Colombo chegou à América. Ainda há grupos de Aruaques inclusive na Bolívia, onde existem marcações terrestres semelhantes. A maioria desses índios foi exterminada por doenças trazidas pelos europeus há mais de 500 anos.
Além de identificar os habitantes do passado, outro grande desafio dos pesquisadores é descobrir por que as trincheiras foram construídas e qual o motivo deles terem desenhado buracos contínuos com tamanha exatidão.
Os primeiros geoglifos – marcas na terra, na linguagem técnica – foram vistos na área estudada em 1999, mas na época não existiam instrumentos como o Google Earth que fornecessem fotografias via satélite com boa resolução.
Há indícios que as valas foram construídas por índios Aruaques (Foto: Edison Caetano/Reprodução)
A arqueóloga Denise Schaan, coautora do estudo, professora da Universidade Federal do Pará e pesquisadora do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), diz que o uso do Google Earth contribuiu bastante para a pesquisa.
- As imagens aparecem muito bem, com riqueza de detalhes e indicação das coordenadas geográficas, recursos importantes para facilitar que a gente chegue às marcas pelo solo. Isso complementa o trabalho das fotos tiradas por aviões, que são caras. O único problema é que o Google Earth privilegia áreas urbanas, Então, algumas partes ficam sem monitoramento.
E não foi só a tecnologia que fez com que as trincheiras pudessem ser visualizadas. Desde a década de 80, as atividades pecuárias cresceram muito na Amazônia e provocaram a devastação da floresta, abrindo grandes clarões.
As marcas no solo estão próximas a uma área do vale do rio Purus, um dos principais afluentes do rio Amazonas. A região tem 250 km de diâmetro e cada forma geométrica tem de 1m a 3m de profundidade por 11m de largura com pequenas montanhas de terra do lado de fora, que nada mais são do que o material retirado para formar os buracos.
A partir de escavações, foram encontradas dentro das valas objetos domésticos de cerâmica, pequenas marretas feitas com pedra, alguns ossos e uma mandíbula de um animal ainda não identificado.
- É bem provável que essas trincheiras eram usadas para defesa. O relato de um índio Aruaque relaciona a mitologia indígena ao desenho de figuras geométricas e rituais de celebração aos deuses.
O próximo passo dos pesquisadores é aumentar o ritmo de escavações, descobrir a qual animal pertence a mandíbula coletada e criar um catálogo sobre a vegetação do espaço para que se consiga identificar mais pistas dos habitantes.
- Algumas limitações como a falta de arqueólogos no Acre tornam a pesquisa um pouco mais demorada, mas a gente espera que no futuro o Estado possa sair ganhando com a beleza das marcações ao se tornar uma região turística de observação aérea.
Guido Westerwelle vai analisar situação de cinco alemães mantidos reféns no país
Foto por Fahad Shadeed/Reuters
O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle, chegou ao Iêmen nesta segunda-feira (11) e se reunirá com chefe de Estado do país
O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle, desembarcou na manhã desta segunda-feira (11) para uma visita surpresa ao Iêmen, onde cinco alemães são mantidos como reféns há seis meses.
Esta é a primeira visita de uma autoridade política ocidental ao Iêmen desde que o braço da Al Qaeda neste país assumiu a responsabilidade pelo atentado frustrado, no dia de Natal, contra um avião nos Estados Unidos.
O ministro alemão, que estava em Abu Dhabi, reuniu-se no aeroporto com a colega iemenita Abu Bakr Al Kurbi.
Westerwelle terá uma reunião no palácio presidencial com o chefe de Estado do Iêmen, Ali Abdalah Saleh.
Uma fonte do governo iemenita afirmou na última quinta-feira (7) que cinco alemães, entre os quais três crianças, e um britânico, sequestrados em junho no Iêmen, estão vivos.
Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados
Mãe e filhos passam bem após cesárea realizada na cidade de Benevento
Foto por Pasquale Stanzione/EFE
Médico examina um dos seis recém-nascidos
Uma mulher italiana de 30 anos deu à luz quatro meninas e dois meninos neste domingo (10), o maior parto múltiplo na Itália desde 2003.
A mãe e os filhos passam bem após a cesárea realizada na cidade de Benevento, próximo a Nápoles, no sul da Itália, informaram agências de notícias italianas.
No entanto, as crianças nasceram após apenas 29 semanas de gestação e pesam entre 610 e 800 gramas. Todas elas respiram com ajuda de aparelhos.
Médicos disseram que a gravidez múltipla possivelmente ocorreu devido ao tratamento de fertilidade a que a mulher se submeteu e não à fertilização in vitro.
A lei italiana proíbe que mais de três embriões sejam transferidos ao útero.
Copyright Thomson Reuters 2009
Após cirurgia realizada no sábado (9), apresentadora já caminha e passa bem
Do R7
Foto por Divulgação/SBT
Cirurgia na região do abdome de Hebe durou três horas neste sábado (9)
O resultado do exame de análise sobre os nódulos retirados do abdome de Hebe Camargo deve ser divulgado nesta segunda-feira (11), segundo informou o médico Antonio Luiz Vanconcellos Macedo, integrante da equipe que atende a apresentadora no hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Hebe passa bem, já caminha e se alimenta normalmente, segundo a assessoria de imprensa do Albert Einstein. Veja a íntegra da nota divulgada pelo hospital:
"São Paulo, 10 de janeiro de 2010.
10h30
O Hospital Israelita Albert Einstein informa que a paciente Hebe Camargo permanece internada e será transferida no dia de hoje (10) da Unidade de Terapia Intensiva para a Unidade de Terapia Semi-Intensiva. A paciente se alimenta normalmente, já está caminhando e seu quadro geral de saúde é considerado bom. Ainda não há previsão de alta.
Equipe Médica Responsável:
Antonio Luiz Vasconcellos Macedo
Sergio Simon
Benedito Rossi
Gustavo Cardoso Guimarães
Wanderley Cerqueira"
A apresentadora foi internada por volta das 20h30 desta sexta-feira (8). Na manhã de sábado (9), ela foi submetida a uma laparoscopia diagnóstica que durou cerca de três horas. De acordo com o boletim médico divulgado pelo hospital, a operação retirou nódulos do abdome de Hebe.
Veja, abaixo, vídeo do Jornal da Record sobre a apresentadora.
Criança conseguiu sobreviver; mãe poderá pegar três anos de prisão
Do R7, com TV Record, no Rio
Após dar a luz a um menino, uma jovem de 21 anos atirou o bebê na lixeira do prédio onde mora, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro no último domingo (10).
A criança foi achada por um faxineiro. Ela foi jogada na lixeira do 5º andar, percorreu um duto e caiu em uma lata de lixo. Como havia muitos detritos, a queda acabou amortecida.
O menino está internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de uma clínica em Jacarepaguá. Sua mãe está no hospital Pasteur, no Méier, na zona norte da cidade. Ela responderá por abandono de incapaz e poderá pegar até três anos de prisão.
A jovem realizou o parto no próprio apartamento, na localidade do Pechincha. A polícia ainda não sabe o motivo que levou a mãe a tentar se livrar do filho.